Reporter: You two are the same age, you're not? So you grew up together. What was that like? What was your childhood like here?- Cesc: Very funny. We enjoyed a lot. We competed a lot. And it was basically a very healthy childhood and we learned a lot, nearly the same things because we grew up together you know in Barcelona, and outside we were together with our parents, together and stuff. Until I left to England, to London, we basically spent most of the time together for 6 years.
- Reporter: Were you naughty kids when you were younger? Did you get in any trouble or mischief or were you always well behaved and focused?
- Cesc: We broke so many things from other people's house with balls, obviously with the ball
- Reporter: So you were kicking around a football in the backstreet?
- Pique: Throwing eggs..in his village
- Cesc: Throwing eggs in the village.
- Reporter: That's the worst kind of thing you can do. Do you know how hard that is to clean up? That's horrible. You didn't stick around to clean up, did you?
- Cesc: When you are a kid you don't think about that.
- Pique: We weren't so bad, you are explaining.
- Cesc: no we weren't that bad but...we were kids. We were kids let's say.
- Pique: Yea
- Cesc: But not bad kids.
- Reporter: I spoke to Cesc's mom yesterday, and she said he sleeps all the time and that's all he does. Is he really lazy?
- Pique: Yeah yeah, that's true. Always play football, sleep, and then eat, sleep again, football.
- Reporter: So what's it like both being back in Barcelona?
- Pique: I mean like me.. to play at home with your family, with your friends, and playing in the stadium that you went there.. every 2 weeks to see your team, this is a dream. And after to win titles like the treble and again the champions league. I think we have a great great team, and now with him..much better. So we are expecting now to win more titles.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Fabrique Interview
Olhe, não fique assim não, vai passar. Eu sei que dói. É horrível. Eu sei que parece que você não vai agüentar, mas agüenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode. Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar. (Fernando Pessoa escreveu, num momento parecido, "hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu")
Dor é assim mesmo, arde, depois passa. Que bom. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. Que pena. A gente acha que não vai agüentar, mas agüenta: as dores da vida.
Pense assim: agora tá insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás.
Você acha que não porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá lá longe.
A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei - vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou.
Agora não dá mesmo pra ser feliz. É impossível. Mas quem disse que a gente deve ser feliz sempre? Isso é bobagem. Como cantou Vinícius: "É melhor viver do que ser feliz". Porque pra viver de verdade a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói,ai,eu sei como dói. Mas passa.
Tá vendo a felicidade ali na frente? Não, você não tá vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o unico jeito de deixá-la pra trás é continuar andando.
Você vai ser feliz.
Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha?
Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade.
Eu não minto.
Vai passar.
Pense assim: agora tá insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás.
Você acha que não porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e quando vai ver o barco já tá lá longe.
A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo - é difícil de acreditar, eu sei - vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou.
Agora não dá mesmo pra ser feliz. É impossível. Mas quem disse que a gente deve ser feliz sempre? Isso é bobagem. Como cantou Vinícius: "É melhor viver do que ser feliz". Porque pra viver de verdade a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói,ai,eu sei como dói. Mas passa.
Tá vendo a felicidade ali na frente? Não, você não tá vendo, porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque depois do topo a montanha começa a diminuir e o unico jeito de deixá-la pra trás é continuar andando.
Você vai ser feliz.
Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto de agulha?
Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que tô falando a verdade.
Eu não minto.
Vai passar.
Antônio Prata.
Prólogo; pág. 9
"Durmo sozinha e acordo sozinha. Dou umas voltas. Trabalho até cansar. Oloho o vento brincando com o lixo que passou o inverno inteiro debaixo da neve. As coisas parecem simples até pensarmos nelas. Por que a ausência intensifica o amor?"
A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Prólogo; pág. 9
"Espero. Tenho a sensação de que cada minuto de espera é um ano, uma eternidade. Cada minuto é lento e transparente como vidro. A cada minuto que passa, vejo uma fila de infinitos minutos, à espera.Por que ele foi aonde não posso ir atrás?
A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Primeiro Encontro, Dois, pág. 45
"- Como foi isso?
- Você jogou um sapato em mim.
Não me lembro de algum dia ter jogado alguma coisa em Henry.
- Não joguei.
- Jogou sim. A gente mal tinha acabado de se conhecer. Na hora em que bateu o olho em mim, você disse: 'Esse é o homem com quem vou me casar', e mandou o sapato em mim. Eu sempre disse que você sabia ver o caráter das pessoas."
- Você jogou um sapato em mim.
Não me lembro de algum dia ter jogado alguma coisa em Henry.
- Não joguei.
- Jogou sim. A gente mal tinha acabado de se conhecer. Na hora em que bateu o olho em mim, você disse: 'Esse é o homem com quem vou me casar', e mandou o sapato em mim. Eu sempre disse que você sabia ver o caráter das pessoas."
A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Lições de Sobrevivência, pág. 68
"- Você ama ela?
- Muito - sussurro. Ficamos deitados lado-a-lado, vendo as árvores balançando, os pássaros, o céu. Ouço um som abafado de nariz fungando. Ao olhar para Clare, me surpreendo ao ver lágrimas descendo por seu rosto até as orelhas. Sento e me debruço em sua direção. - O que foi, Clare? - Ela se limita a sacudir a cabeça para trás e para frente e apertar os lábios. Passo a mão em seu cabelo, coloco Clare sentada e dou um abraço. Ela é uma criança, e, ao mesmo tempo, não é. - O que foi?
Ela fala tão baixinho que preciso pedir que repita.
- É só que pensei que talvez você fosse casado comigo."
- Muito - sussurro. Ficamos deitados lado-a-lado, vendo as árvores balançando, os pássaros, o céu. Ouço um som abafado de nariz fungando. Ao olhar para Clare, me surpreendo ao ver lágrimas descendo por seu rosto até as orelhas. Sento e me debruço em sua direção. - O que foi, Clare? - Ela se limita a sacudir a cabeça para trás e para frente e apertar os lábios. Passo a mão em seu cabelo, coloco Clare sentada e dou um abraço. Ela é uma criança, e, ao mesmo tempo, não é. - O que foi?
Ela fala tão baixinho que preciso pedir que repita.
- É só que pensei que talvez você fosse casado comigo."
A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Depois do Fim; pág. 96
"- Henry, de que você tem medo?
A pergunta me surpreende, e tenho de pensar a respeito.
- Frio - digo. - Tenho medo do inverno. Tenho medo da polícia. Tenho medo de viajar para um lugar e tempo errados e ser atropelado por um carro ou espancado. Ou de encalhar no tempo, e não conseguir voltar. Tenho medo de perder você.
Clare sorri.
- Como você poderia me perder? Não vou a lugar nenhum.
- Tenho medo de que você se canse de não poder contar comigo para nada e me largue.
Clare põe de lado o caderno de desenho. Eu me sento.
- Nunca vou largar você - diz. - Ainda que você viva me largando.
- Mas eu nunca quero te largar."
A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Véspera de Natal, Dois; pág. 113
"- Oi - digo.
- Você sente falta dele alguma vez? - ela me pergunta.
- Todos os dias. A cada minuto.
- A cada minuto - ela diz. - Sim. O amor é assim, não é? - Ela vira de lado e afunda no travesseiro."
A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Conversa entre Clare e sua avó, que é a única pessoa que sabe de Henry.
A lembrança dói. Meu cérebro tenta descobrir onde fica exatamente a dor, mas logo desiste, porque tudo dói.
Estou cançada de viver como se já fosse uma pessoa adulta e madura. Gostaria de voltar a ser criança - uma garotinha de seis anos que caiu da bicicleta. Gostaria de fazer cara de choro e correr aos berros para a cozinha, onde minha mãe me ergueria do chão, me daria um forte abraço e beijaria meu joelho esfolado. Eu pararia de chorar e tomaria leite com chocolate para a dor passar.
Essa é uma das coisas que as pessoas não nos ensinam quando falam de crescer: como lidar com as dores que não passam com um beijo.
Soul Love: À noite o céu é perfeito! - Lynda Waterhouse
Que as minhas lágrimas corram assim para bem longe, para que o meu amor nunca saiba que um dia chorei por ele!
Quem me dera que eu pudesse arrancar o coração do meu peito e atirá-lo na correnteza, e então não haveria mais dor, nem saudade, nem lembranças!
Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei - Paulo Coelho
sábado, 24 de dezembro de 2011
Revolta
Eu não consigo acreditar que a diretoria do Grêmio vai mesmo fazer uma merda dessas. Eu não consigo crer que eles não vão renovar com o Escudero e vão deixar o Douglas ir embora.
O Escudero, em todos os jogos pelo qual atuou no Grêmio, jogou muito, às vezes meio apagado durante o jogo, mas nunca comprometeu e sempre esteve presente quando o time necessitava; não media esforços e, muito menos, garra quando era necessário para ganharmos o jogo, ou empatarmos pelo menos. Ele ajudou muito o Grêmio nessa temporada, e talvez, se não fosse por ele, não teríamos chego onde chegamos (sem titulo e nem libertadores, mas, pelo menos, sem o rebaixamento).
Já o Douglas, mesmo com sua irregularidade, é um jogador diferenciado, que poucos times tem o luxo de ter. Fez vários gols, belos gols, e lances incríveis que encheram os olhos de quem realmente gosta de futebol, futebol arte. Comprometeu o time algumas vezes, mas nada de tão ruim que o resto do time não tenha colaborado. Que time tem um meia, que quando empenhado, rouba a bola e volta para marcar? Que outro camisa 10 faz isso? Que eu saiba, nenhum. A irregularidade dele prejudicou tanto quanto os erros grotescos do Rafael Marques, na qual o Grêmio não se desfaz? A diretoria do Grêmio pensa que o Marquinhos vai fazer tão bem o trabalho do Douglas? Claro que não. Marquinhos é um jogador regular, não faz jogadas belas e nem tantos passes que deixem os atacantes na cara do gol.
Acho que não.
Me pergunto até quando essa diretoria medíocre vai continuar fazendo essas burradas de mandar embora os jogadores que deveriam ficar e ficar com aqueles que deveriam sair, como o Rafael Marques e o André Lima (que eu duvido que saiba realmente o que é jogar bem futebol). Já não é o bastante deixarem o Adílson Warken ir embora?
A diretoria diz que está montando um time forte para a próxima temporada, mas está mandando embora os principais do time. Não sei onde isso nos levará. Só espero que no ano de 2012 esse "novo" time me surpreenda, e muito.
Keila Ramos
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
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